Grupo Moura publica Relatório de Sustentabilidade 2025 e amplia transparência sobre sua geração de valor

Recife, setembro de 2026 – O Grupo Moura publica seu Relatório de Sustentabilidade 2025, documento que reúne os principais resultados, avanços, desafios e aprendizados da organização. O material também evidencia uma transformação estratégica em curso na companhia, que é a ampliação de uma trajetória construída na fabricação de baterias para uma atuação cada vez mais abrangente de desenvolvimento, manufatura e comercialização de um amplo portfólio de tecnologias e soluções de energia.
Essa evolução combina competências industriais desenvolvidas ao longo de quase sete décadas com investimentos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), novas tecnologias de acumulação e armazenamento de energia, eletromobilidade, serviços, soluções digitais e novos modelos de negócio.
O movimento amplia a capacidade da Moura de responder às transformações dos setores que atende e conecta inovação, sustentabilidade e geração de valor de longo prazo.
*Fortalecimento da Economia Circular*
Entre os principais marcos do período está o avanço do Ecossistema Moura de Economia Circular, construído ao longo de quatro décadas. Em 2025, mais de 150 mil toneladas de baterias inservíveis foram reaproveitadas por meio do Programa Ambiental Moura (PAM). O ano também marcou a inauguração, em Belo Jardim (PE), da Unidade de Reciclagem e Metais, maior investimento da história da companhia. Com aporte de R$ 850 milhões e capacidade para reciclar 200 mil toneladas de chumbo por ano, a unidade amplia a recuperação e reinserção de materiais críticos no ciclo produtivo e fortalece segurança de suprimento, eficiência e competitividade industrial.
A gestão do capital natural também avançou. Pelo quarto ano consecutivo, as operações da companhia no Brasil foram 100% supridas por energia elétrica renovável. Na gestão hídrica, estratégica especialmente pela concentração de parte relevante da operação industrial em região de estresse hídrico, o Índice de Consumo Efetivo de Água (ICEA) chegou a 90%, refletindo o avanço das práticas de recirculação, reaproveitamento e controle dos recursos utilizados nos processos produtivos.
O Relatório também apresenta a estruturação do Plano de Descarbonização para as operações de manufatura e evolução das iniciativas de eficiência energética, gestão de resíduos, biodiversidade e proteção ambiental.
“Sustentabilidade ganha relevância para o negócio quando se transforma em capacidade de execução. Em 2025, avançamos em frentes diretamente relacionadas à competitividade da Moura. Seguimos evoluindo em Economia Circular, gestão de energia, emissões, água e cadeia de fornecedores. São agendas ambientais, mas também de eficiência, segurança de suprimento, gestão de riscos e resiliência”, destaca o Diretor de Metais, Compras e Sustentabilidade do Grupo Moura, Flávio Bruno.

Capital Humano e cultura de inovação
O desenvolvimento de pessoas permanece como capacidade essencial para sustentar os novos ciclos da organização. Em 2025, foram realizadas mais de 42 mil horas de qualificação, enquanto programas como Trilha Moura, Moura Inova, Prêmio Moura de Talentos, Programa Moura de Consolidação Estratégica (PMCE), Unimoura e MouraTech conectaram formação, conhecimento técnico, inovação e desafios concretos dos diversos negócios da organização. A agenda incluiu ainda a realização de um novo Censo de Diversidade e Inclusão, ampliando o conhecimento da organização sobre suas pessoas e apoiando a evolução de ambientes mais diversos, inclusivos e respeitosos.
O Relatório também apresenta como a inovação vem ampliando os territórios de atuação da Moura. A companhia fortalece sua presença em tecnologias de chumbo e lítio e desenvolve soluções para diferentes aplicações em mobilidade, indústria, infraestrutura crítica e transição energética.
Entre as frentes apresentadas está o avanço do modelo de Energia como Serviço. Nessa modalidade, a atuação deixa de se concentrar apenas no fornecimento de equipamentos e passa a incorporar modelagem energética, dimensionamento, implantação, monitoramento, manutenção, suporte especializado e logística reversa dos sistemas dos clientes.
Na eletromobilidade, o Relatório destaca a Ella, bicicleta elétrica da Moura, como uma nova aplicação do conhecimento acumulado pela companhia em uma alternativa inteligente para mobilidade nas grandes cidades. Outra frente estratégica é a articulação com o ecossistema de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. Em 2025, a inauguração do SENAI Park Suape incorporou uma linha piloto de baterias de lítio de 12V e 48V voltada a testes, homologações e prototipagem, aproximando desenvolvimento tecnológico e aplicação industrial.
*Capital Social e Governança como ativos estratégicos*
No campo social, o Grupo Moura manteve iniciativas voltadas ao desenvolvimento dos territórios onde atua. Mais de 52 mil inscrições foram registradas em projetos, ações e iniciativas lideradas pelo Instituto Conceição Moura, enquanto 2.733 voluntários foram mobilizados e R$ 3,8 milhões foram aportados por meio de Leis de Incentivo.
O Relatório também apresenta a evolução das estruturas de governança, integridade e gestão de riscos, incluindo o fortalecimento dos mecanismos do Programa de Integridade Moura e a estruturação, em 2025, de política específica de due diligence para ampliar a avaliação de riscos de integridade, ambientais, financeiros e reputacionais na cadeia de valor.
“A publicação do Relatório de Sustentabilidade é um exercício de transparência, mas também de escuta e evolução. Ao reunir resultados, desafios e prioridades, conseguimos oferecer aos nossos públicos uma visão mais completa de como a sustentabilidade está incorporada à estratégia, à cultura e à forma como a Moura busca gerar valor”, destaca a Diretora de Marketing, Produtos e Comunicação Institucional do Grupo Moura, Andréa Lyra.
Em mais um avanço de sua jornada de transparência, a Moura mantém as Normas GRI como base institucional do relato e passa a adotar o SASB TR-AP como referência setorial, aproximando a divulgação de informações da linguagem utilizada por investidores e demais stakeholders dos setores de energia e autopeças. Em 2025, a organização também revalidou sua Matriz de Materialidade, mantendo 15 temas prioritários para o negócio e para os públicos com os quais se relaciona.









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